# EU FAÇO A DIFERENÇA




Faz algum tempo, fui em um restaurante e ouvi um cliente reclamando para o gerente do local que gostaria de pagar suas compras com cartão de crédito, só que naquele estabelecimento não era possível. Pensei: hoje em dia, não trabalhar com cartão é uma volta no tempo, se até o seu Zé da vendinha tem.

Segui ouvindo a conversa, afinal estavam ao lado da minha mesa estabelecendo esta prosa educativa, o cliente quis saber porque desta situação, quando ouço uma resposta mais do que explicativa: “ porque sempre foi assim”. E ali se findou o interlúdio com o cliente indignado com a resposta.

Segui com esta frase na minha mente, que ficou a se questionar, em que momento o  sistema “ sempre foi assim” passou a ser utilizado na gestão de algumas empresas. Me lembrei que em muitos locais este sistema, por muitas vezes, inviabiliza qualquer aprimoramento de processos.

Mudar esta cultura, é um dos maiores desafios que uma gestão encontra, onde os processos muitas vezes que poderiam ser mais ágeis, são engessados pelo “SEMPRE FOI ASSIM”. É preciso corrigir equívocos já institucionalizados, revisando procedimentos um a um, dos mais complicados aos mais simples, estabelecendo novas formas de proporcionar mais agilidade e qualidade ao serviço oferecido ou até mesmo para confirmar que o procedimento ora executado é o mais correto.

É importante ter como foco nesta mudança, para que não ocorra o que muitas vezes vemos por aí, funcionários que ao serem contratados entram com gás total e ao constatarem o sistema “SEMPRE FOI ASSIM” acabam se contaminado com esta síndrome.

Por isso, se você esta começando a se contaminar com esta síndrome, procure logo resolver seu problema fazendo o que muitos deveriam fazer: não se deixe contaminar, não se acomode, continue tentando fazer a diferença, mesmo que isso lhe consuma tempo e principalmente sua paciência.


Substitua #SEMPREFOIASSIM por #EUFAÇOADIFERENÇA.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma ajuda SUPERIOR sempre é útil!

Pra Início de Conversa!

E o Brasil, fica como?