SOBRE PALAVRAS, IDEIAS E NAFTALINA!
Talvez seja interessante termos
bom senso quando escrevemos, usando de
nossa CAPACIDADE COMO SER PENSANTE,
para concatenar ideias, fundamentos e conceitos que gerem textos inteligentes.
Digo mais, é preciso se colocar no lugar do leitor para redigir com coerência.
Por certo, é preciso ter NOÇÃO e ENTENDIMENTO do sentido das palavras quando estas são
utilizadas na formatação de textos AFIRMATIVOS.
O PRESSUPOR tem como mote GENERALIZAR, o generalizar nos leva a
acreditar que TODOS (entenda-se
100%) tem como princípio agir de acordo com o enunciado proposto.
Por muitas vezes me pergunto
o que ensinam na sala de aula, principalmente nas disciplinas de produção textual,
afinal não precisa ser nenhum gênio para tratar com familiaridade a língua
portuguesa. Obter o máximo de clareza em textos
cotidianos é essencial para evitar mal-entendidos e até conflitos.
Afinal, o
papel aceita toda e qualquer ideia, seja certa ou errada, seja uma suposição ou
um fato. As palavras de nossa autoria ficam eternamente anotadas, não somem,
não se escondem, não voam pro além e nunca mais são esquecidas, por isso
devemos ter cuidado redobrado com o que compomos.
Assim, como não sou nenhuma
escritora supermaster, procurei dicas que podem ser utilizadas para QUALIFICAR a escrita em uma redação:
- SAIBA O
QUE ESTA FALANDO; Use frases curtas; Cuide da Pontuação;
- SAIBA O VERDADEIRO SIGNIFICADO DAS PALAVRAS; Prefira a ordem
direta; Evite abreviaturas e siglas obscuras;
- DEIXE AS EMOÇÕES DE FORA; Procure não repetir ideias; Conheça seu
público alvo, torne suas ideias palpáveis;
Com toda certeza, complicado
não é, basta apenas praticar o máximo possível, afinal com diz o ditado: a
prática nos leva a perfeição e a perfeição nos leva a produzir textos
consistentes.
Porque difícil mesmo, como
me disse um amigo, deve ser tomar água com naftalina pra ver se as bolinhas
produzem gás. AO QUE PARECE, TEM MUITA
GENTE TOMANDO DESTA ÁGUA POR AI...
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